EMEL aplica medidas de proteção na rede GIRA – Lisboa Green Capital 2020
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EMEL aplica medidas de proteção na rede GIRA

Numa fase em que seguir os conselhos da direção-geral de saúde para a contenção do COVID-19 é imperativo, a EMEL implementou uma série de medidas de proteção dos utilizadores das bicicletas GIRA, servindo também como proteção para as equipas que se encontram no terreno, bem como, na oficina de reparação.

As medidas de caráter geral passam por um:

  • acompanhamento permanente do estado de saúde dos colaboradores;
  • reforço das medidas de higiene já existentes nos espaços comuns e disponibilização de solução desinfetante para as mãos.

Quanto às medidas implementadas nas equipas no terreno:

  • Os técnicos desinfetam as mãos com o gel colocado em cada uma das viaturas, após manusearem as bicicletas, ou manuseiam-nas com luvas, para reduzir a probabilidades de contágio.As viaturas estão equipadas com uma máscara, para que ao primeiro sintoma o técnico não contagie a restante equipa nem o público em geral.
  • Os turnos no terreno são feitos de forma desencontrada, para que não haja contacto entre as equipas. Assim, em caso de necessidade apenas uma das equipas terá que ficar em isolamento.
  • Todas as bicicletas são desinfetadas aquando da sua inspeção e limpeza no terreno.

Por sua vez, as medidas na oficina de reparações:

  • Os punhos das bicicletas e zonas mais propícias ao manuseamento por parte das utilizadoras e utilizadores são sempre desinfetados, quer quando entram na oficina quer quando regressam à operação, para reduzir a probabilidade do contágio através das bicicletas.

De forma a complementar estas medidas, na app GIRA é possível ler uma mensagem de sensibilização para que todos os utilizadores cumpram os cuidados de higiene aconselhados pelas autoridades de saúde:
Como membro da Comunidade GIRA, para conter a propagação do COVID19, é importante ter uma atitude responsável, antes e após a utilização da GIRA, cumprindo as medidas de segurança e higiene recomendadas pelas autoridades de saúde nacionais e internacionais. Respeitar as boas práticas é parte da solução.”