Imprensa – Lisboa Green Capital 2020

Imprensa

Lisboa Capital Verde Europeia 2020

Cerimónia oficial de abertura e primeiros eventos

– Acreditação de Imprensa –

No final da semana, dias 10, 11 e 12 de janeiro, a cidade de Lisboa dá início às atividades da Capital Verde Europeia 2020.

Sábado, dia 11

15h00

Início das Cerimónias de Lisboa Capital Verde Europeia. Com intervenções do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, do primeiro-ministro, António Costa, e do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Alto do Parque Eduardo VII (Jardim Amália Rodrigues), junto à Bandeira de Portugal, realiza-se a cerimónia de abertura com o ato solene do hastear da Bandeira Nacional.

De seguida, terá lugar no Pavilhão Carlos Lopes a cerimónia de passagem da distinção de Oslo para Lisboa, contando também com a presença do vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans. A passagem de testemunho será protagonizada pelo comissário europeu para o Ambiente, Oceanos e Pescas, Virginijus Sinkevičius, pelo presidente-governador da Câmara de Oslo, Raymond Johansen, e pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Este programa prevê também uma conversa com estudantes e um espetáculo.

Os participantes estrangeiros – vice-presidente da Comissão Europeia, comissário europeu para o Ambiente, Oceanos e Pescas, presidente-governador da Câmara de Oslo – estarão disponíveis para declarações na sala de imprensa, às 17h30.

Outros eventos

Entre os primeiros eventos desta iniciativa da Comissão Europeia, realizam-se:

– o Jantar Oficial promovido pela UE, na sexta-feira, dia 10, 18h30, na Estufa Fria;

– a inauguração da nova exposição do Oceanário de Lisboa “ONE o Mar como nunca o sentiu”, no sábado, dia 11, às 11h00, uma instalação da autoria da artista portuguesa Maya, que apresenta imagens filmadas exclusivamente no mar de Portugal e transmite uma mensagem profunda sobre a ligação ancestral do Homem com o Mar. Estarão presentes o primeiro-ministro, António Costa, o presidente da CML, Fernando Medina, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, e o presidente da Fundação Oceano Azul e Oceanário de Lisboa, José Soares dos Santos;

Domingo, dia 12 de janeiro

10 horas.

“Plante a Sua Árvore”. A maior plantação de árvores, num único dia, na cidade de Lisboa. Serão plantadas, em quatro locais distintos, 20 mil árvores. O objetivo é ter mais 100 mil árvores na cidade, acrescentando às 800 mil que existem, até 2021.

O presidente da CML, Fernando Medina, plantará uma árvore no Parque Urbano do Vale da Ameixoeira. 

A Plantação tem lugar em quatro locais distintos:

Parque Urbano do Vale da Ameixoeira, junto à piscina de Santa Clara (com a presença do presidente da CML), Parque Urbano do Vale da Montanha, Corredor Verde de Monsanto e Encosta do Calhau e Parque Urbano do Rio Seco (Ajuda).

Acreditação de Imprensa

O acesso ao Pavilhão Carlos Lopes pelos jornalistas e outros profissionais da Comunicação Social requer acreditação prévia.

Pedidos: O processo de acreditação decorre nos dias 8 e 9 de janeiro, até às 18h00, devendo os pedidos (onde devem constar o nome, o órgão, a atividade e o nº de carteira profissional /nº CC ou BI) ser enviados para o seguinte endereço eletrónico:

DMCom@cm-lisboa.pt

Levantamento: As acreditações (badges nominais) poderão ser levantadas pelos próprios nos dias 9 (das 11H00 às 20h00) e 10 de janeiro (das 10h00 às 16h00) na seguinte morada:

Loja Lisboa Capital Verde Europeia 2020, Praça do Município, nº 31.

Programa geral disponível em https://lisboagreencapital2020.com/

Lisboa Capital Verde Europeia 2020

A Comissão Europeia atribuiu a Lisboa o European Green Capital Award, galardão que a capital portuguesa ostentará ao longo de 2020.

É a primeira vez que uma capital do sul da Europa é distinguida no âmbito desta iniciativa. Anteriormente, a distinção coube sobretudo a cidades do norte da Europa, como Copenhaga, Estocolmo e, em 2019, Oslo. No entender do júri de seleção, Lisboa foi agora escolhida devido ao significativo progresso rumo à sustentabilidade ambiental atingido nos últimos anos e às ambiciosas metas definidas para o futuro em cinco áreas chave: Energia, Água, Mobilidade, Resíduos e Infraestrutura Verde e Biodiversidade.

Desenvolvimento urbano inteligente, crescimento verde e eco-inovação, mobilidade alternativa, uso sustentável da terra, adaptação às mudanças climáticas e tratamento dos resíduos urbanos foram as áreas consideradas como os pontos fortes da candidatura lisboeta, entre os doze indicadores analisados.

Mas são os ambiciosos compromissos assumidos pela cidade que fazem a diferença, e para os quais o Município vai mobilizar recursos e vontades, num processo participado que pretende envolver entidades públicas e privadas e todos os cidadãos. As metas distribuem-se em cinco áreas de compromisso, e das quais se destacam:

Energia

– conclusão de uma central fotovoltaica para abastecimento de frota elétrica da Carris; continuar a trabalhar para atingir as metas de 2030: atingir os 103 MW de produção de energia solar fotovoltaica oriunda de painéis solares instalados em toda a cidade, conseguir edifícios 30% mais eficientes, reduzir em 60% as emissões de CO2 (ano base 2002), erradicar a pobreza energética; e atingir a neutralidade carbónica em 2050.

Água

– instalação de uma rede de distribuição de água para reutilização que irá entrar em funcionamento na sua totalidade em 2025; poupar 25% de água através de um programa de eficiência hídrica nas vertentes de racionalização do consumo e reutilização; investir na drenagem da cidade nomeadamente com várias bacias de retenção naturais para minimizar os efeitos das cheias.

Mobilidade

– mais e melhores infraestruturas para a mobilidade pedonal e ciclável; aumento da transferência modal para a mobilidade ativa e transporte público; reforço e renovação da frota do transporte público (Carris); simplificação dos títulos de transporte e aposta na diminuição das deslocações dentro da cidade de veículos automóveis ligeiros.

Resíduos

– promover a diminuição de resíduos; aumentar a recolha seletiva; combater o uso do plástico descartável e o desperdício alimentar; promover uma verdadeira economia circular dos materiais.

Infraestrutura Verde e Biodiversidade

– 350 ha de novas áreas verdes construídas e abertas ao público até 2022 – obra difícil numa cidade pequena e consolidada – como forma de combater o cada vez mais evidente efeito ilha de calor; minimizar o efeito das inundações, aumentando a capacidade de retenção de água; melhorar a qualidade do ar; criar áreas tranquilas com menor exposição ao ruído e aumentar a biodiversidade.

Programa 2020 Lisboa Capital Verde Europeia

A agenda de eventos prevê a realização de exposições e importantes conferências internacionais, acolhidas pelos diversos parceiros da iniciativa, como o Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva, a Academia das Ciências, o Oceanário, o Museu da Eletricidade, o MAAT, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém, instalações da EPAL e da Fábrica de Água em Alcântara, a Gare Marítima de Alcântara, entre muitos outros.

Paralelamente, decorrem programas educativos para os alunos das escolas, do ensino básico ao universitário, e iniciativas que pretendem envolver diferentes públicos. A plantação massiva de árvores, a decorrer todos os meses, irá envolver os cidadãos num desígnio ambiental para fazer de Lisboa uma cidade sustentável, pronta para enfrentar os desafios climáticos do futuro.

Imagens Imprensa
https://flickr.com/photos/lisboagreencapital2020/

Para mais informações, por favor contacte capitalverde2020@cm-lisboa.pt